Curso de Espanhol e Aulas de Português em Jundiaí

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

INFORMATIVO SOBRE AS AULAS PARTICULARES



Em primeiro lugar, agradeço a todos que entram nesta página e a utilizam como um meio de estudar e se informar sobre as dicas e atualizações educacionais sobre Língua Portuguesa e Espanhola. 

Enfim, este informativo tem um caráter de conscientização, ou seja, sou Professora Particular, e ser "Professora Particular", torna isso minha "Profissão" - Trabalho com hora marcada (agendada) e cada uma tem a duração de Uma Hora e Meia (esse é o meu diferencial), o material está totalmente incluso em todas as formas de pagamento que pode ser "hora/aula" ou pacote de quatro aulas (as quais sempre saem mais em conta).

Meus horários são sérios e respeitados por mim, e exigem uma organização séria tanto no se refere a deslocamento, como planejamento e arranjos entre os alunos e horários adequados, por isso:

- Aulas agendadas são cobradas caso o aluno falte sem aviso prévio e ou quando avisa em cima da hora sem uma justificativa palpável e séria;

- As aulas demonstrativas não são cobradas e apenas as agendo dentro dos horários disponíveis nos dias: Segunda, terça e quinta-feira - os horários de quarta e sexta-feira os utilizo para reposições; estas agendadas com antecedência e caso o aluno não compareça, este perde o direito dessa reposição, pois a aula é considerada "aula dada", salvo o aviso prévio de pelo menos 12 horas; 

- Quando há a necessidade de agendar aulas demonstrativas nestes dias (quarta e sexta), caso o aluno não compareça e não a justifique, a aula será cobrada, pois o meu horário de trabalho foi reservado a este aluno;

Essas mudanças foram necessárias devido à muitas faltas e descasos, os quais me levaram a perder outras oportunidades de trabalho, e o tema desse informativo está baseado no artigo 186, combinado com o artigo 927, o qual aborda o tema da responsabilidade civil pela perda de uma chance nas Relações Civis e do Trabalho.


Grata pela atenção,
Profª Luciany Contreira

NOVAMENTE o Assunto é: CRASE


Resumindo

A crase é a contração de duas vogais idênticas, neste caso: “A” – Temos esse fenômeno na prosa e na poesia. A fusão ocorre entre a preposição “a” (comandada) que auxilia o verbo, advérbio ou adjetivo e (+) o artigo “a”, o qual sempre precede o substantivo (dizemos que: - “O substantivo não vai a lugar nenhum sem a companhia dos artigos”).

·         O sinal sobre o “A” recebe o nome de acento grave, ou seja, “CRASE”.

NÃO HÁ CRASE QUANDO:
USO OBRIGATÓRIO DA CRASE
1.       Diante de masculino;
1. Se a palavra à esquerda “A” pedir a preposição “A” e a próxima palavra aceitar o artigo “A”;
2.       Diante do verbo;
2. Se a palavra à esquerda pedir a preposição  “A” e apalavra à direita for um pronome demonstrativo (a, as, aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo);
3.       Diante de pronomes que não aceitam artigo;
3. Se houver uma palavra à direita dos relativos “a qual, as quais, que peçam a preposição a;
4.       Diante de expressões repetidas;
4. Nas locuções adverbiais femininas e nas locuções prepositivas femininas como: à moda de, à custa de, à beira de, à maneira de, à vista de, à procura de, e etc.;
5.       Diante de palavras de sentido indeterminado;
5. Diante da palavra “casa”, quando esta estiver determinada;
6.       Diante de nomes de lugares que não aceitam artigo;
6. Diante da palavra “terra” quando esta estiver determinada (ou quando for planeta).
7.       Diante da palavra “casa” com sentido de lar;

8.       Diante da palavra “terra” como antônimo de “bordo”;

9.       Diante da palavra “distante” quando esta estiver indeterminada;

10.   Diante da palavra “após”;

11.   Diante de pronomes de tratamento como: vossa/sua (de cerimônia).


PARA PENSAR:

Leia com atenção os dois períodos a seguir:

I.                    Respirava com dificuldade a noite.

II.                  Respirava com dificuldade à noite.

Agora responda:

a.       Justifique o uso da crase.
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b.      Dê o sujeito de cada oração.
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c.       Em uma das frases, temos uma figura de linguagem, em qual dos períodos isso se manifesta e por quê?

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terça-feira, 14 de julho de 2015

O português no mundo do trabalho


Em todas as profissões é importante saber escrever em “português”, mesmo naquelas em que se exige pouca qualificação. Reflita no caso de pessoas que escrevem faixas. Provavelmente elas não fizeram curso de Letras, mas escrevem-nas e, infelizmente, muitas vezes com muitos erros, como por exemplo:
·         “Concerta-se bicicletas”;  
·         “Colcha de frango a 2,50 o quilo”;
·         “Vende-se geladeras”;
·         “Lave, enchague e seque por 10 reaus”;
·         E afins...

Por isso, adotar o hábito de ler (e ler de tudo), aprender novas expressões, aumentar o vocabulário de forma correta, cuidar da dicção e refletir sobre os conhecimentos adquiridos e ampliá-los cada vez mais, ajuda e muito o desenvolvimento de qualquer profissional. Ao praticar a leitura encontra-se um rico vocabulário de Parônimos e Homônimos capazes de esclarecer muitas dúvidas... Veja:

·        Palavras homônimas são aquelas escritas e pronunciadas de modo idêntico, mas diferem ao significado e podem aparecer de três formas distintas.
a.   Homônimas Homófonas: Ganhei uma camisa de seda. / Espero que a febre ceda em breve;
b.   Homônimas homógrafas: É a cor que escorreu de suas mãos./ Guardou o poema de cor.
c.   Homônimas perfeitas: O fundo social está quase falindo. / O navio chegou ao fundo em pouco tempo

·        Palavras parônimas são aquelas que possuem grafia e pronúncia parecidas.
a.   Acento: sinal gráfico / Assento: Cadeira, base, banco
b.   Censo: Recenseamento / Senso: Juízo, discernimento.

c.   Concerto: sessão musical / conserto: remendo, reparação.  

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Momento Poesia & Poesia Español


Una figura muy representativa de la literatura inglesa – el mayor dramaturgo de ella…

Vivió en la época del renacimiento, cuando la cultura era basada en el hombre y en todas sus capacidades (estudios, conocimientos de la naturaleza, artes, letras, ciencias, religión y demás factores como la adoración a los reyes – se puso famoso por tener despertado la atención de la Reina Elizabeth I – A él le encantaba la literatura clásica antiga (Homero, Plutarco, Séneca) – ése fue “Willian Shakespeare -  ¡Disfrutale de una de sus espetaculares obras!


quarta-feira, 24 de junho de 2015

COMO SÃO AS AULAS DE ESPAÑOL...


Muitas pessoas me procuram e perguntam:

- Como são as aulas de espanhol?

E eu sempre afirmo que:

- São todas com 100% de conversação, utilizo a "Associação Neurolinguística" como método de ensino e essa por sua vez, é trabalhada de acordo com as necessidades e interesses dos alunos, ou seja, todo o conteúdo programático é de acordo com a forma que cada aluno recebe as informações e as associam em seu dia a dia; e claro, é justamente isso que torna o aprendizado mais rápido e "Eficahz" - Aprende-se e não esquece jamais...

Assim, abaixo segue o cronograma do curso de "Español como Lengua Extranjera"...

Desarrollo de las necesidades: Programación de clases privadas – Español

El curso de español detiene tres niveles (todos desarrollados para la conversación), el primero que llamamos de inicial se destaca las formulas de acogidas, presentaciones personales e profesionales, vocablos e perífrasis de contenidos cotidianos de acciones comunes, una sencilla presentación a la gramática, lectura, audio y mucha
charla para entrenar los oídos y la destreza de la habla.

En el segundo nivel el alumno ya detiene 50% de comprensión, estando así listo para una gramática normativa que va ayudarlo a comprender más vocablos y formas de expresión; aquí el acceso audio y charla será
discutido como en una conferencia, lo que llevará a una comprensión oral, escrita y habla de 80%.

Por fin llegamos al nivel tres que será desarrollado con 100% de conversación por parte del alumno que solo tendrá más oportunidad para el amplio de su desempeño y destreza en el idioma.

Además a eso, si te quieras, podrá marcar una clase demostrativa sin costos y sin compromiso a fin de que pueda conocer el “Espacio Educacional Ápposus” y  “su método de enseñanza que detiene el plazo de aprendizaje de 12 a 18 meses… ¿Ya?


Muchas Gracias y sea muy bienvenido (a) al Español…


¡Oye! Y entérate que  todo el material de estudio está incluso en el valor de los pagos… 


- Como agendar sua aula demonstrativa: apposus@gmail.com 



segunda-feira, 15 de junho de 2015

CRASE - Quando, Como e Onde usar?


Para essa questão, sugiro este exemplo: “Os cidadãos devem obedecer à lei.” (os políticos também! Rsss...)

Enfim... Pensamentos à parte... Vamos ao que interessa, não é? Bom, note que o verbo pede a preposição “a”, ou seja, os cidadãos devem obedecer “a alguma coisa”, e que por acaso é “a lei” – O “a” depois do verbo é preposição e auxilia o verbo “obedecer” – O “a” antes do substantivo “lei” é artigo, (...) afinal de contas o substantivo não vai sozinho a lugar algum, isto é, o substantivo precisa vir precedido de artigo (o, a, os, as, um, uma, uns umas) – assim que:
“obedecer a / a lei” – dessa forma fica impossível a escrita – por isso, escrevemos apenas um “a” e o acentuamos “ ` ” , portanto: Os cidadãos devem obedecer à lei. E para fixar a conversa acima definimos o emprego da crase, o qual ocorre sempre que tivermos duas definições:
1.    Palavra que exija a preposição “a”;
2.    Palavra que venha antecedida de artigo feminino “a” ou “as”
Note: Fui a / a festa = Fui à festa
Não se emprega crase diante de palavras que não pedem artigo feminino “a” ou “às”. Observe algumas classes de palavras que não vêm antecedidas de artigo. (Diante delas NÃO se usa crase):

1.    Diante de verbo:
·         Começou a ventar.
·         Chegaram a cogitar a ideia.

2.    Diante de palavras masculinas:
·         Foram a pé.
·         Vende-se a prazo.
·         Diga isso a José.

3.    Diante de pronomes pessoais:
·         Referiu-se a mim.
·         Obedeceu a ela.

4.    Diante de pronomes de tratamento:
·         Refiro-me a V.S.a com respeito.
·         Falou a você.
Exceções: senhora, senhorita, dona:
·         Peço à senhora que se retire.
·         Entrego à senhorita sua encomenda.
·         Os professores se referiram à dona Luiza, a merendeira.

5.    Diante de palavras se sentido indefinido:
·         A matéria do jornal é referente a pesquisas.

6.    Diante de artigo indefinido, pronome indefinido e pronomes demonstrativos “Esta e Essa”:
·         Falou a uma advogada.
·         Falou a certa advogada.
·         Falou a qualquer advogada.
·         Falou a cada advogada.
·         Falou a esta advogada.
Atenção: ocorre crase diante do numeral “uma”:
o   Irei encontrá-la à uma hora da tarde.

7.    Diante de nomes de cidade:
·         Fui a São Paulo.
·         Viajou a Paraíba.
Atenção: usas-se crase diante de nomes próprios de cidade quando estiverem determinados por adjetivo ou locução adjetiva:
o   Fui à agitada São Paulo.

8.    Em expressões formadas de palavras repetidas:
·         Ficou cara a cara diante do medo.
·         Houve resistência de parte a parte.
·         Foi dessa forma de ponto a ponto.

9.    Diante da palavra “casa”:
·         Vou a casa. (a = para)
Atenção: Caso a palavra estiver determinada, emprega-se a crase, veja:
o   Vou à casa de Victória. ( à = Para a)

Há mais casos sobre o uso da crase, como por exemplo:

1.    Em expressões que indicam número de horas:
·         A reunião começará às 16:00 horas.
·         A festa encerrou-se às três da madrugada.

2.    Quando se subtende as expressões “moda de” ou “moda”:
·         Vestiu-se à moda gaucha.
·         Comeu virado à paulista.

3.    Em locuções adverbiais femininas:
·         Estava à procura de amor.
·         Chegou da escola à tarde.
·         Ele só estudava à força.
·         A criança estava à margem da lagoa. 
Atenção: não ocorre crase diante de locuções adverbiais femininas de instrumento ou de meio, por exemplo:
·         Escreveu o texto a mão.

4.    Ademais, pode ocorrer crase diante de pronomes demonstrativos aquele(s), aquela (s), aquilo.
·         Dirigiu-se para aquele lugar. = dirigiu-se a / aquele lugar. = dirigiu-se àquele lugar.
(Neste caso houve a fusão da preposição “a” com a letra “a” de “aquele”)


Os Casos Facultativos Ocorrem da Seguinte Maneira:

1.    Diante de pronomes possessivos femininos no singular:
·         Fez referência a sua professora.
·         Fez referência à sua professora.

2.    Depois da preposição “até”:
·         Ela foi até a porta.
·         Ela foi até à porta.  
(até é uma exceção)

3.    Diante de nomes próprios femininos de pessoas:
·         Fizeram alusão a Valéria.

·         Fizeram alusão à Valéria. 



Para mais esclarecimentos e/ou dúvidas: 
* apposus@gmail.com 
* Whatsapp: 055 11 9 86821295 





sábado, 16 de maio de 2015

Bons Motivos Para Você Aprender Español



·      Cérebros de bilíngues têm melhor função executiva

O que isso quer dizer? Que o cérebro bilíngue tem melhor desempenho em determinadas tarefas que demandam planejamento e solução de problemas. Isso porque o bilíngue é obrigado a mudar constantemente de idioma, esse mudança constante “obriga” o cérebro a prestar atenção ao seu redor, o tornando mais eficiente com o tempo.

·      Demência?


Monoglotas desenvolvem sinais de Alzheimer mais cedo que bilíngues. O fato de ser bilíngue pode retardar em até 5 anos o desenvolvimento da doença. Ou seja, aprender um novo idioma é mais eficiente contra o Alzheimer que a maioria dos remédios disponíveis.

·      Muda a sua visão do mundo


Bilíngues tem uma visão diferente do mundo, literalmente. No estudo abaixo, foi mostrado que bilíngues percebem as cores de modo diferente dependendo do idioma que falam.

·      Melhora a memória


Mais um benefício para o cérebro, crianças criadas como bilíngues tem melhor memória que monolíngues.

·      Melhora perspectivas de trabalho


Pesquisas já mostraram que bilíngues em mesma função que monolíngues ganham mais. Com a expansão internacional de empresas, pessoas que falam mais de um idioma são cada vez mais requisitadas.

·      Turismo e mente aberta


Além de facilitar a comunicação em viagens, falar outra língua abre sua mente para as coisas novas ao seu redor. Seres humanos, naturalmente estranham quando não estão em seu ambiente e experimentam coisas diferentes. Porém, pessoas que falam mais de um idioma são naturalmente mais receptivas àquilo que é diferente.


Resumindo: falar mais de um idioma melhora sua saúde mental, tornando sua mente mais afiada. Além disso, melhora as perspectivas de um bom trabalho e salário, além de abrir a mente ao mundo, que razões mais você precisa para aprender um novo idioma?

¡SEA MUY BIENVENIDO AL ESPAÑOL! 


Fontes:



segunda-feira, 4 de maio de 2015

O substantivo na “Oração"...



Abaixo segue algumas orações e veja que coincidência... O substantivo (palavra variável que dá nome a todas as coisas, animais, pessoas, cidades, países e assim por diante...) pode assumir várias funções. Lá vão elas:

1.    
Josué fez-lhe um cata-vento.
Sujeito
2.    
Eu não sou Josué.
Predicativo do sujeito
3.    
Chamavam-lhe de Josué.
Predicativo do objeto
4.    
Informamos Josué sobre os fatos.
Objeto direto
5.    
Informamos a Josué os fatos.
Objeto indireto
6.    
Tínhamos confiança em Josué.
Complemento nominal
7.    
O cata-vento tinha sido feito por Josué.
Agente da passiva
8.    
O cata-vento de Josué ficou uma graça.
Adjunto adnominal
9.    
Foi à Praça com Josué.
Adjunto adverbial
10.                
Ele, Josué, nunca fez mal a ninguém.
Aposto
11.                
Por favor, Josué, Olhe para mim!
Vocativo

                                                                          FONTE de Pesquisa: Comunicação e expressão Pré-vestibular / Livro 4



Como podemos ver, o substantivo desempenhou 11 papeis (também muito conhecidos como “Termos da Oração”) e em breve estarei postando aqui mais explicações como, por exemplo, quem são os termos das orações e como se definem... Aguardem.
E para mais informações fiquem a vontade para solicitá-las através do e-mail: apposus@gmail.com